Então existe, provavelmente, imposto que a lei permite não pagar. Maranhão, Tocantins e Espírito Santo têm programas estaduais de incentivo de ICMS para importação, indústria, atacado e e-commerce — leis publicadas, com regime especial, crédito presumido e diferimento.

Faturou R$ 20 milhões no ano? 3% são R$ 600 mil indo embora em ICMS. E existe empresa do mesmo segmento operando com 1% ou 2%. A diferença não é sonegação. É onde a operação está estruturada.

Quatro princípios que sustentam qualquer projeto que eu conduzo, do primeiro contato ao benefício rodando.
Quem estrutura importação, industrialização ou distribuição no estado certo, com o regime certo, muda de patamar de custo — com lei, decreto, portaria e parecer para sustentar.
Com o benefício do credenciamento atacadista, a carga nas vendas interestaduais caiu de 12% para 2%.
Este é um caso específico, com os números daquela operação. O seu resultado depende do seu mix de clientes, da origem da mercadoria e do destino das saídas — é exatamente isso que o diagnóstico mede.


Sou contador com 14 anos de carreira construídos de baixo para cima: comecei como assistente contábil em Fortaleza, em 2012, e passei por analista, supervisor e coordenador contábil-fiscal antes de me tornar sócio de uma consultoria empresarial em Imperatriz, no Maranhão, onde respondi por uma equipe de 22 pessoas.
Nesses anos, minha rotina foi planejamento tributário, patrimonial e sucessório, recuperação de tributos e auditoria contábil e fiscal — ECD, ECF, EFD Contribuições, SPED Fiscal, EFD ICMS/IPI. É por isso que, quando estruturo um benefício de ICMS, sei exatamente onde ele vai bater na escrituração e o que a fiscalização vai procurar depois.
Hoje atuo como consultor independente, dedicado a um recorte: incentivos fiscais estaduais no Maranhão, no Tocantins e no Espírito Santo.
Sem análise, não há projeto. Primeiro os seus números; depois, se houver enquadramento, a estruturação.
30 minutos, com os seus números na tela.
Do enquadramento ao benefício rodando.

O benefício é criado pelo próprio estado, em lei publicada. Todo projeto que conduzo vem com a base legal na íntegra e, quando o ponto admite mais de uma leitura, recomendo consulta formal à SEFAZ antes de apropriar o crédito. Quem sugere consultar o fisco antes não está vendendo atalho.
E deve continuar cuidando. Rotina fiscal não é engenharia de operação. A pergunta aqui não é como apurar, é onde importar, onde industrializar e onde distribuir. São trabalhos diferentes, e eu trabalho junto com o contador da empresa.
Não. O que se desenha é uma estrutura nova dentro do grupo, não a mudança da sede. A operação atual continua.
O diagnóstico não tem custo. A estruturação, quando há enquadramento, combina valor fixo e percentual sobre o benefício efetivamente obtido, com preço definido pelo porte da operação. Do primeiro contato ao benefício rodando, o prazo típico é de 75 dias a 6 meses, conforme o estado e o regime.
Eu digo isso na primeira conversa. Perder 30 minutos é melhor que estruturar o que não se sustenta.
Sete campos. Cada um existe para qualificar ou preparar a reunião. Ao enviar, a conversa abre no WhatsApp já com os seus dados, e eu respondo pessoalmente.
Poucas análises por mês, porque cada uma exige preparação.